setembro 2015

Educação Financeira é uma matéria que não cai no vestibular, mas que merece a atenção das escolas de ensino médio e técnico. Afinal, lidar com o dinheiro não é uma tarefa fácil para os adolescentes e jovens, principalmente se na infância eles não tiveram as primeiras valiosas lições sobre o tema. Como fazem parte de uma sociedade mergulhada no consumo, esse público acaba perdendo a noção do valor do dinheiro se não tiverem bem orientados. Então, o negócio é combater o risco de cara. E, para isso, pais e escola devem estar unidos nesse projeto.

Não é novidade alguma que vivemos numa nova era da comunicação, onde emails e redes sociais são basicamente os principais pilares para levar e trazer informação. A rapidez e a eficácia são tamanhas, que ninguém mais saberia viver sem nada disso. Onde quer que a gente vá, tem alguém digitando compulsivamente em seu celular altamente smart, de última geração, enviando uma mensagem, seja ela um whatsapp, um email ou via rede social. E aí fica a sensação que tudo isso teve início praticamente ontem!

Como bem se sabe, a retração na economia brasileira tem atingindo a todos de uma forma geral, não é mais novidade. O mesmo problema, portanto, é enfrentado nas escolas da rede particular. Com essa crise econômica, existe também aumento da inadimplência, principalmente nas escolas que cobram mensalidades de até R$ 600. A boa notícia é que até as fases de crise financeiras costumam ser transitórias, não é verdade? Dado esse aumento absurdo na inflação, os reflexos no orçamento de muitas famílias são imediatos, o que faz com que muitos pais já comecem a deixar de lado o sonho de manter os filhos nas escolas particulares e a opção é migrar para a rede pública.

Sabe aquela transparência no relacionamento entre a escola e os pais? Então, ela é primordial. Afinal, o que pode ser mais relevante para um bom caminhar? Fato é que, para as escolas que visam estimular o envolvimento entre pais e alunos com objetivos educacionais, possuem maiores chances de fidelização e ganhar muitos pontos com isso. O foco na família, o trabalho em equipe, assim como o respeito mútuo e as informações geradas de maneira direta, são atitudes simples que podem gerar resultados extremamente positivos na vida das pessoas com relação à escola.

O tempo nunca foi tão precioso como atualmente. Vivemos em uma constante correria, encontrando dificuldade em conciliar família, trabalho e lazer. Essa realidade que vivemos tem um reflexo direto na escolha das escolas por parte dos pais e responsáveis. Afinal, sem tempo hábil, de que forma eles poderão acompanhar o desempenho escolar de seus filhos? É dentro desse contexto que entra o grande diferencial que atrairá novos alunos para sua escola: o aplicativo Escolaweb. Confira abaixo as inúmeras vantagens de ter o sistema Escolaweb em sua instituição:

Você já deve ter ouvido o ditado que diz que "é de pequeno que se torce o pepino". Pois é. Ele se aplica muito bem se o assunto é educação financeira para crianças. Afinal, as primeiras lições sobre como utilizar bem o dinheiro devem começar na infância. Capacitar uma criança para que ela faça melhor utilização do dinheiro não é uma tarefa das mais fáceis, principalmente no mundo de hoje, quando os pequenos são bombardeados por propagandas de produtos que lhe interessam. Eles são um alvo muito fácil e, não raro, caem nas garras do consumismo rapidamente. É de extrema importância trabalhar esse tipo de tema nas escolas. A disciplina de educação financeira não está no currículo obrigatório mas muitas e instituições já optam por tê-la na grade. Mais do que lidar com o dinheiro, as crianças aprendem a calcular gastos dentro em um orçamento, a ter uma reserva financeira e a não acumular dívidas. Consumir conscientemente, preocupando-se também com a sustentabilidade é o objetivo.

A educação financeira deve começar em casa, com os pais estabelecendo pequenos ganhos aos filhos, ensinando que sempre que pega uma coisa no supermercado ele tem que pagar e pouco a pouco mostrando que para comprar algo maior, é necessário poupar. O processo é longo e deve durar toda infância, adolescência, para que na juventude, ao começar trabalhar, a pessoa esteja preparada para poupar e ter uma boa relação com os seus ganhos. Para colaborar com esse processo, várias escolas tem adotado o ensino de educação financeira na sala de aula. Instituições públicas e particulares investem nesses ensinamentos e transformam crianças e jovens. Atividades que podem ser implantadas naturalmente na rotina de aula podem colaborar e formar jovens bem preparados para lidar com o dinheiro.

É fato que todo sistema educacional necessita ser constantemente aprimorado quando o assunto é inclusão, sobretudo atualmente, pois as escolas têm recebido alunos portadores de necessidades especiais. Estes alunos precisam de um ambiente escolar propício para que desenvolvam seu lado social e acadêmico. A inclusão representa uma conquista importantíssima, porém traz com ela vários desafios. Há diversos tipos diferentes de necessidades especiais, e cada uma delas requer determinadas estratégias. Porém, não há situação que não possa ser contornada. Com boa vontade, espírito fraternal e perseverança, professores e alunos podem usufruir desse convívio tão enriquecedor e tornarem-se pessoas melhores e mais sábias.